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Os palestinos nos livros escolares de Israel



Neste documentário, Nurit Peled-Elhanan discute sua investigação relacionada com o conteúdo dos livros didáticos de Israel. Ela mostra em detalhes como esses livros são feitos com o propósito de desumanizar o povo palestino e desenvolver em jovens estudantes israelenses preconceitos com base que lhes permitam agir de forma tão cruel e insensível com ele durante o serviço militar.

Nurit Peled-Elhanan explica, construções mundiais feitas a partir dos livros, tentando ser o primeiro a instalar-se nas mentes das crianças, eles são muito difíceis de serem erradicados. Daí a importância do estabelecimento de Israel dedica ideologia a ser transmitida nos livros didáticos.

Nesses livros, os palestinos nunca são apresentados como seres humanos comuns. Nunca aparecem em condições ou situações que seriam considerados normais e aceitáveis ​​para um ser humano. Nurit Peled Segundo-Elhanan, há em que o material ou até mesmo uma fotografia de um palestino de mostrar a cara. Nós só podemos vê-los mascarados ou em outras situações que indicam ameaças a judeus.

Ou seja, os livros didáticos de Israel são feitas com base em um discurso racista, que procura desumanizar todos os não-judeus que habitam a região, mas especialmente para os palestinos.

Difamação-Documentário israelense

Documentário israelense sobre a expansão do sionismo e a exploração emocional por parte de Israel em relação ao holocausto.

Guerra de Canudos - Documentários

A história de Antônio Conselheiro e Canudos.




Canudos "Não é o privilégio que caracteriza a sociedade socialista, é a forma igualitária de vida da maior parte da população"






Guerra do Contestado- Documentário

Soldados e milicianos alimentando família antes da execução, em 1917

No período da República Velha, houveram alguns conflitos no Brasil por conta de terra. Guerras messiânicas, isso é, guerras encabeçadas por "messias". Uma delas ocorreu no Paraná, entre os sertanejos (incluindo aí desertores, quilombolas, índios,  e as forças do exército brasileiro, sob os aplausos do coronelado da região.

"Os pares de França, a guerrilha, os bombeiros, vão erguer vinte e oito, talvez mais cidades santas aqui. Um território do tamanho do Espírito Santo, dominado por um povo que não teve escola, contra uma república de gente com seus bacharelados: os coronéis. É muita humilhação pra essa república, de coronéis que fizeram seus bacharelados na Europa, ou nas faculdades que formavam os bacharéis que seriam os políticos da nação da época.
É humilhação demais ! Então esse caboclo tem que ser extirpado da face da terra. Por isso que a nação não vai poupar esforços e dinheiro para eliminar essa gente grossa, inculta, não branca, que ousou se erguer contra a república, que o caboclo chamava de "República do Diabo", que era a República Federativa do Brasil. A república virá para cima deles, como gafanhoto na roça, e irá elimina-los como gafanhoto na terra." Depoimentos de idosos que eram crianças a época da Guerra do Contestado Observem nesse documentário acima, produzido pela TV Câmara, onde segundo alguns dos entrevistados e palestrantes, os massacrados pela oligarquia, os desvalidos e abandonados pelo Estado são "jagunços" que tudo o que possuíam para se defender era a fé, o conhecimento territorial e facões de madeira. Já os milicianos a soldo do coronelado, os militares a soldo da oligarquia são as vítimas. Percebam a postura em relação ao revisionismo histórico, esse feito pela mesma elite de sempre. Não é de se estranhar que o brasileiro médio defenda tanto os poderosos.

O holocausto indígena nos EUA




 Documentário sobre o holocausto dos povos nativos dos EUA, exterminados em nome de Deus e da Liberdade que perdurou até 1930, onde eram segregados e proibidos de deixarem os locais destinados a eles, praticar sua própria religião, falar sua própria língua em verdadeiros campos de concentração.
Extima-se que foram assassinados mais de 23 milhões de índios, tanto pelo ataque biológico onde inseriam bactérias e vírus de  doenças infantis como varíola, caxumba, sarampo e outras doenças venéreas. No mais, eram aprisionados e tratados como escravos servis, mulheres e crianças eram transformadas em escravas sexuais e todos eram cuidadosamente alimentados com base em cálculos para que a quantidade certa de calorias fosse o suficiente para que não morressem de fome mas também não tivessem forças o bastante para se rebelarem ou tentarem fugir, o mesmo sistema que adotaria anos mais tarde, a Alemanha nazista.

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Inglesa disseca a tv brasileira

Através do olhar de uma estrangeira podemos perceber com bastante clareza, o absurdo que é a programação da nossa tv doutrinária que adentra os lares vulgarizando a violência, objetivando as mulheres, banalizando as desgraças por nós conhecidas, sintetizando o absurdo a que estamos expostos.




Salvador Allende vive



Em 11 de setembro de 1973, um golpe militar de Estado abate a revolução do Chile eliminando o presidente eleito Salvador Allende. O diretor Patricio Guzmán ressuscita o presidente deposto, figura carismática levada ao suicídio e cuja ditadura tratou de apagar a memória. Como é recordado nos primeiros momentos do filme, já não "resta nada, ou quase nada, de Salvador Allende". Somente um pedaço de óculos quebrado e alguns papéis encontrados sobre seu corpo sem vida. Em uma homenagem emocionante, Guzmán rende a esta personalidade farol do século 20 uma homenagem ao mesmo tempo íntima e distante, propondo uma reflexão sincera sobre certo ideal político.


 

A voz da maioria silenciada-Documentário

Documentário sobre o abuso de poder e violência de Israel contra o povo palestino, o silêncio e a cumplicidade dos meios de comunicação, de países da europa e principalmente dos EUA.





  

  

  

  

  

  

  


O dia que durou 21 anos- documentário completo


Documentário escrito pelo jornalista Flávio Carvalho mostra o envolvimento dos EUA com o golpe de 1964, o que levou o país a uma ditadura que durou 21 anos e ainda traz marcas nos dias de hoje. 

Documentário sobre a violência sofrida pelas mulheres na hora do parto

 Este documentário relata, através de depoimentos, a violência a qual mulheres, em seu momento de maior intimidade sofrem. Assédio, humilhações e violência. Isso não é mito, uma a cada quatro mulheres sofrem maus tratos na hora do parto.

Catastrika- crise europeia



"O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika e faz um relato avassalador sobre o impacte da privatização massiva de bens públicos e sobre toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Catastroika denuncia exemplos concretos na Rússia, Chile, Inglaterra, França, Estados Unidos e, obviamente, na Grécia, em sectores como os transportes, a água ou a energia. Produzido através de contribuições do público, conta com o testemunho de nomes como Slavoj Žižek, Naomi Klein, Luis Sepúlveda, Ken Loach, Dean Baker e Aditya Chakrabortyy. De forma deliberada e com uma motivação ideológica clara, os governos daqueles países estrangulam ou estrangularam serviços públicos fundamentais, elegendo os funcionários públicos como bodes expiatórios, para apresentarem, em seguida, a privatização como solução óbvia e inevitável. Sacrifica-se a qualidade, a segurança e a sustentabilidade, provocando, invariavelmente, uma deterioração generalizada da qualidade de vida dos cidadãos. As consequências mais devastadores registam-se nos países obrigados, por credores e instituições internacionais (como a Troika), a proceder a privatizações massivas, como contrapartida dos planos de «resgate». Catastroika evidencia, por exemplo, que o endividamento consiste numa estratégia para suspender a democracia e implementar medidas que nunca nenhum regime democrático ousou sequer propor antes de serem testadas nas ditaduras do Chile e da Turquia. O objectivo é a transferência para mãos privadas da riqueza gerada, ao longo dos tempos, pelos cidadãos. Nada disto seria possível, num país democrático, sem a implementação de medidas de austeridade que deixem a economia refém dos mecanismos da especulação e da chantagem — o que implica, como se está a ver na Grécia, o total aniquilamento das estruturas basilares da sociedade, nomeadamente as que garantem a sustentabilidade, a coesão social e níveis de vida condignos. Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro. Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais, tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie."


Créditos: IACPT

O Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxico


Contra agrotóxicos não há o que fazer. Não adianta lavar, colocar de molho, passar produtos. Não há como retirar os venenos dos alimentos. O metamídofos é um veneno banido nos outros países mas aqui continua pelo forte lobby e por se acreditar que somente este produto pode combater algumas pragas. Este produto causa perda de memória em crianças, desequilíbrio hormonal, pode ser prejudicial ao sistema reprodutor, pode levar complicação para o embrião nas gestantes. Até no leite materno foi constatado traços de agrotóxico.

Implantado no Brasil pelo governo milita através do Plano Nacional de Desenvolvimento a partir de 1975, a introdução dos agrotóxicos forçava os agricultores a comprar os venenos através do crédito rural, na medida em que instituía a inclusão de uma cota de agrotóxicos para cada financiamento. O maior problema é a falta de controle, o uso excessivo e indiscriminado onde determinados venenos são usados em algumas agriculturas sem  necessidade e sem respeitar o tempo necessário entre a aplicação e colheita.


Parte 1 



Parte 2

 



 Parte 3

 


Parte 4

Saúde nos EUA

Sicko é um documentário do ácido cineasta Mickel Moore sobre o sistema de saúde dos EUA e como os planos de saúde e as indústrias farmaceúticas tem interesse em destruir qualquer sistema de saúde público e gratuito.
















Parte 1

 



Parte 2

 


 Parte 3

 


Parte 4 

 


Parte 5

 


Parte 6

 



Parte 7

 


Parte 8

 


Parte 9

 


Parte 10 

Não encontrei a parte 10 em português, só em espanhol


Parte 11

 


 Parte 12

 



Parte 13

Olhos azuis, documentário sobre discriminações

Jane Elliott uma socióloga e professora aplicou um exercício sobre discriminação racial em uma sala de aula da terceira série, baseada na cor dos olhos das crianças. Através de seu experimento ela pode mostrar com bastante clareza como a sociedade é levada a exaltar o homem branco. Neste documentário ela aplica o mesmo tipo de exercício, só que desta vez para adultos. Uma inteligente e fácil maneira de entendermos como se da o racismo e a discriminação de modo geral

Crianças assassinadas em nome de Jesus

No Congo, país com sério problema social, crianças indesejadas pelas famílias são levadas até pastores cristãos e acusadas de bruxaria. Depois para "exorciza-las" são usadas técnicas grotescas de tortura e assassinatos com a conivência da família. Imagens chocantes.

A Corporação

Documentário sobre as corporações, seu surgimento, como agem e o efeito em nossas vidas e cotidiano.

Vídeo 1



Vídeo 2



Vídeo 3



Vídeo 4



Vídeo 5



Vídeo 6




Vídeo 7



Vídeo 8



Vídeo 9



Vídeo 10



Vídeo 11



Vídeo 12



Vídeo 13


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